
"Sonhar, com os pés no chão, te faz voar, ir além. Não desista, sorria e acredite:
o melhor sempre está por vir."
Eu tenho um sonho. Eu mesma- não estou, apenas, citando Martin Luter King. E eu sei que todo mundo também tem. Você, que está me lendo agora, também tem um. Muito provavelmente você, assim como eu, tem mais de um sonho: tem vários. E, para ser sincera, espero que tenha mesmo: os sonhos são chamas dentro de nós, nos mantém caminhando. Mas, agora, falando especificamente do meu sonho, do sonho ao qual me referi no início do texto, devo dizer que ele, provavelmente, é o maior de todos: é maior que eu. Eu tenho o sonho de levar amor ao próximo, de levar amor a todos os próximos: ao mundo.
Carregando esse sonho dentro de mim, sou, vez ou outra, surpreendida pelo amor que mora dentro de outros corações - e que me encontram. Mas, o amor sobre o qual quero falar hoje foi muito além de me surpreender: me arrebatou. Me deu aquele golpe suave no coração, me deixando 1 segundo sem ar para, em seguida, me conquistar. Conseguiu me cativar por ir de encontro com o meu sonho: de tão genuíno não coube nos corações dos que, primeiramente, o sentiram: transbordou e se derramou em versos, notas, acordes e arranjos tão harmônicos que me fizeram perceber que ainda temos a chance de amarmo-nos mutuamente, sem deixar de lado a nossa singularidade.
Esse amor, que tanto me encantou, tem um nome (aliás, a junção de cinco nomes que se tornaram um): Sound.Fé. A banda que nasceu do amor e para o amor - se me permitem a ousadia de dizê-lo - surgiu de uma missão em comum que havia sido entregue aos membros da banda -juntos, participaram, em 2012, de encontro de Jovens da Igreja Católica (Segue-me) - e, lá, conheceram-se. E assim, como disse a vocalista Débora Kelly, "A partir de então surgiu o desejo de montar uma banda, definir um caminho e trilhar".

