Mesmo em 350 a.C, quando não existiam nossos smartphones, itudo e câmeras high tech, a galera já fotografava: a gente vive o momento e depois o guarda- além de no coração- em fotografias. Tudo é fotografado. Afinal, as lembranças são parte do que somos. Mas, convenhamos, que nem todas as nossas selfies são bem realizadas e -thanks God- têm uma galera que estuda essa paixão mundial e é profissional na área. Como exemplo refinadíssimo disso trago, em um breve e doce bate papo, uma amiga fotógrafa para limpar nossas lentes com dicas sobre fotografia e para mostrar um pouquinho do trabalho dela. Let's take a selfie?

  

   Tenho, hoje, a alegria de divulgar um trabalho que tive o prazer de ter contato. Sendo eu alguém que aplaude a produção cultural, sobretudo a do nosso país, me delicio em dizer: temos escritores brasileiros, de qualidade, no século XXI. 
   Como prova de tudo isso dito apresento a história de Antony: uma criança ingênua de oito anos de idade, de vida difícil e sonhos pertinentes. Antony nunca teve os melhores brinquedos ou as melhores roupas, o lar mais aconchegante e passou longe de ter os pais mais amorosos e presentes,  mas sempre manteve-se agradecido por ter o pouco que tinha, afinal, ele sempre teve consciência de que muitas crianças viviam pelas ruas.

     
     Nunca fui perita em estações do ano, clima e nem nada desse tipo. Em termos convencionais, as estações do ano são primavera, verão, outono e inverno; cada uma delas com características particulares. Há quem goste mais do Sol, há quem goste mais do frio e há os insatisfeitos. E, pelo que sei, desde que o mundo é mundo não há muito o que possamos fazer para modificar o clima: não existe um pó mágico que a gente possa jogar no ar para fazer o Sol aparecer naquele dia que a gente quer ir nadar, ou uma sementinha que faça chover quando a gente quer dormir e o calor não deixa. Mas podemos lidar com isso. 
    A minha personalidade perceptiva,por exemplo, faz meu corpo físico sofrer no frio: não gosto de frio. Mas sei que sem os dias frios eu não apreciaria tanto o Sol. Ou seja: por mais que, em minha opinião, deveria existir uma lei que decretasse feriado (remunerado) em todos os dias frios, eu escolhi acreditar que estes são necessários e tiro proveito deles, assim, o incômodo fica bem pequenininho.